DESDE 1994! Somos especialistas em protecção de plantas em Agricultura Biológica e Produção Integrada.

30 anos PME Líder’24
Inseticidas Biológicos e Vegetais Fungicidas e Elicitores Confusão Sexual Armadilhas, Atrativos e Feromonas Biofertilizantes

 


    Actias (=Graellsia) isabellae

    1. Identificação

    • Nome comum: Mariposa‑da‑lua‑espanhola
    • Nome científico: Actias isabellae Graells
    • Sinónimo: Graellsia isabellae Graells
    • Ordem: Lepidoptera
    • Família: Saturniidae
    • Estatuto de conservação: espécie protegida e de elevado valor ecológico; não é considerada praga.

    2. Descrição da espécie

    • Adultos: mariposas de grande porte, com asas verde‑pálido translúcidas e padrões castanho‑rosados; caudas posteriores longas e elegantes; envergadura entre 60–100 mm.
    • Machos: antenas plumosas muito desenvolvidas; geralmente menores que as fêmeas.
    • Fêmeas: maiores e mais robustas; antenas menos plumosas.
    • Larvas: verdes, com tubérculos azulados e anéis escuros; atingem grande tamanho antes da pupação.
    • Pupas: formadas em casulos sedosos entre agulhas de pinheiro ou na manta morta.

    3. Hospedeiros principais

    • Pinheiros de montanha, especialmente: Pinus sylvestris e Pinus nigra
    • Ocorre sobretudo em zonas montanhosas e florestas naturais de coníferas.

    4. Sintomas e danos

    (Espécie não considerada praga; danos geralmente negligenciáveis)

    • Alimentação larvar em acículas de pinheiro, normalmente sem impacto significativo.
    • Defoliações ligeiras e localizadas podem ocorrer, mas sem relevância económica ou ecológica negativa.
    • A presença da espécie é, na verdade, um indicador de boa qualidade ambiental.

    5. Ciclo biológico

    • Uma geração anual.
    • Adultos emergem entre abril e junho, dependendo da altitude.
    • Ovos depositados nas acículas dos pinheiros hospedeiros.
    • Larvas desenvolvem‑se durante o verão, passando por vários ínstares.
    • Pupação no final do verão ou início do outono, em casulo sedoso.
    • Invernação como pupa, com emergência dos adultos na primavera seguinte.

    6. Monitorização

    (Aplicada sobretudo para conservação, não para controlo)

    • Observação de adultos durante o período de voo.
    • Procura de casulos em ramos e manta morta.
    • Monitorização de populações em áreas protegidas e florestas de montanha.
    • Armadilhas luminosas podem ser usadas apenas para fins científicos, nunca para controlo.

    7. Medidas de gestão

    (Focadas na conservação da espécie)

    • Preservação de florestas naturais de pinheiro‑silvestre e pinheiro‑negro.
    • Evitar cortes intensivos, remoção de manta morta e práticas que destruam casulos.
    • Minimizar o uso de inseticidas em áreas de ocorrência.
    • Manter continuidade de habitat e corredores ecológicos.
    • Programas de conservação e reprodução em cativeiro em algumas regiões.

    Referências bibliográficas

    • EPPO Global Database – Actias isabellae.
    • CABI Invasive Species Compendium – Actias isabellae.
    • Vila, R. et al. (2018). Butterflies of Europe and the Mediterranean Basin.
    • Tremewan, W. G. et al. (1995). Biology and ecology of Graellsia isabellae.
    • Gómez‑Bustillo, M. R. et al. (1982). Lepidoptera of the Iberian Peninsula.

     

    Produto Fitofarmacêutico

    Os produtos fitofarmacêuticos requerem Cartão de Aplicador ou Cartão de Técnico Responsável.

    • Adicionar ao Carrinho

      Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
      Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).

      * Campos de preenchimento obrigatório
    Subscreva a nossa Newsletter