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O cajueiro (Anacardium occidentale L.) é uma espécie arbórea da família Anacardiaceae, nativa das regiões tropicais da América do Sul, especialmente do Nordeste do Brasil. É amplamente cultivado em zonas tropicais de África, Ásia e América Latina, sobretudo pelo valor das castanhas e do pseudofruto (caju).
O cajueiro é uma cultura estratégica em vários países tropicais, destacando‑se pela produção de castanha de caju, um dos frutos secos mais valorizados no mercado internacional. O pseudofruto é utilizado na produção de sumos, doces e bebidas fermentadas. O líquido da casca da castanha (CNSL) tem aplicações industriais, incluindo resinas, tintas e materiais compósitos.
Árvore de porte médio, podendo atingir 8–12 m de altura, com copa ampla e irregular. As folhas são simples, alternas, espessas e obovadas. As inflorescências são panículas terminais com flores pequenas, rosadas ou esverdeadas. O fruto verdadeiro é uma noz (castanha), presa externamente ao pseudofruto carnudo (caju), que se desenvolve a partir do pedúnculo hipertrofiado.
Adapta‑se bem a climas tropicais secos e sub‑húmidos, com temperaturas entre 24–32 °C. Tolera solos pobres, arenosos e bem drenados, sendo sensível a encharcamentos. Prefere pH entre 5,5 e 6,5. É uma espécie heliófila e resistente à seca, embora a produção seja maior com precipitação moderada e bem distribuída.
A gestão inclui seleção de variedades adaptadas, podas de formação e sanitárias, remoção de frutos e ramos infetados e manutenção de solos bem drenados. A fertilização deve ser equilibrada, com atenção ao cálcio e magnésio. A monitorização regular é essencial para controlo de antracnose e pragas de frutos.
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Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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