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Prunus domestica L. é uma espécie arbórea da família Rosaceae, conhecida como ameixeira europeia. A sua origem exata é complexa, resultando provavelmente da hibridação natural entre Prunus spinosa L. e Prunus cerasifera Ehrh.. É amplamente cultivada em regiões temperadas da Europa, Ásia e América, sendo uma das fruteiras de caroço mais importantes.
A ameixeira tem grande relevância económica devido à produção de frutos frescos, secos (ameixa‑seca) e transformados (compotas, geleias, sumos). A diversidade de cultivares permite escalonamento de produção e adaptação a diferentes condições climáticas. A cultura é valorizada pela elevada procura no mercado de fruta fresca e pela importância da indústria de desidratação.
Árvore de porte médio, com copa arredondada e folhas simples, ovadas e serradas. As flores são brancas, solitárias ou em pequenos grupos, surgindo geralmente antes da rebentação foliar. O fruto é uma drupa carnuda, com epiderme de coloração variável (amarela, vermelha, roxa ou azulada), polpa doce ou ácida e caroço lenhoso. A reprodução é feita por enxertia sobre porta‑enxertos compatíveis.
Prefere climas temperados, com necessidade de horas de frio no inverno para quebra da dormência. É sensível a geadas tardias durante a floração. Requer solos profundos, bem drenados, de textura média e pH entre 6,0–7,5. Tolera alguma secura, mas beneficia de irrigação regular para garantir calibres adequados. Solos encharcados favorecem doenças radiculares.
Inclui a utilização de plantas enxertadas certificadas, plantação em solos bem drenados, poda de formação e frutificação, controlo de infestantes e monitorização de pragas e doenças. A irrigação regular melhora o calibre e a qualidade dos frutos. A gestão sanitária deve incluir remoção de frutos mumificados e ramos infetados. A colheita deve ser realizada no ponto ótimo de maturação, evitando danos mecânicos.
Os produtos fitofarmacêuticos requerem Cartão de Aplicador ou Cartão de Técnico Responsável.
Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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