DESDE 1994! Somos especialistas em protecção de plantas em Agricultura Biológica e Produção Integrada.
O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma espécie herbácea anual ou perene de ciclo curto, pertencente à família Solanaceae. É originário da região andina da América do Sul, tendo sido domesticado no México e difundido para a Europa no século XVI. Atualmente é uma das hortícolas mais cultivadas no mundo, tanto em campo aberto como em estufa.
O tomate é uma cultura de elevada relevância económica e alimentar, utilizado fresco ou transformado (polpa, concentrado, molho, sumo, desidratados). Em Portugal, tem grande expressão no Ribatejo, Oeste e Alentejo, sobretudo para indústria. O valor económico resulta da elevada procura, diversidade de variedades e importância na cadeia agroalimentar.
O tomateiro é uma planta de porte variável (indeterminado ou determinado), com caule herbáceo e pubescente. As folhas são compostas, alternas, com odor característico. As flores são amarelas, hermafroditas, agrupadas em cachos. O fruto é uma baga carnuda, de forma e cor variáveis (vermelho, amarelo, laranja, verde). O sistema radicular é profundo e ramificado, sensível a encharcamento e salinidade.
O tomateiro adapta-se a climas quentes e temperados, com temperaturas ótimas entre 20 e 28 °C. É sensível a geadas, humidade excessiva e variações térmicas bruscas. Prefere solos bem drenados, de textura média, ricos em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 7,0. A cultura exige boa luminosidade e irrigação regular, evitando encharcamento. Em estufa, requer ventilação adequada para reduzir doenças fúngicas.
A gestão do tomateiro baseia-se na escolha de variedades adaptadas ao sistema de produção (campo ou estufa) e resistentes a doenças. A rotação de culturas é essencial para reduzir pressão de fungos do solo e nemátodos. A ventilação e o controlo da humidade são determinantes em estufa. A monitorização de Tuta absoluta, mosca‑branca e pulgões é crítica devido ao risco de viroses. A fertilização deve ser equilibrada, com atenção ao cálcio para prevenir podridão apical. A colheita é realizada consoante o destino (fresco ou indústria), garantindo maturação adequada.
Os produtos fitofarmacêuticos requerem Cartão de Aplicador ou Cartão de Técnico Responsável.
Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
