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Plutella xylostella

1. Identificação

  • Nome comum: Traça‑diamante‑da‑couve
  • Nome científico: Plutella xylostella (Linnaeus)
  • Ordem: Lepidoptera
  • Família: Plutellidae

2. Descrição da praga

  • Lagartas verde‑claras, delgadas, com movimento característico em “salto” quando perturbadas, atingindo 8–12 mm.
  • Adultos pequenos, com 12–15 mm de envergadura, apresentando nas asas anteriores um padrão claro em forma de diamante.
  • Espécie altamente móvel e com grande capacidade de dispersão.
  • Praga chave de culturas brassicáceas em todo o mundo.

3. Hospedeiros principais

  • Couve‑repolho.
  • Couve‑flor, brócolo, couve‑galega e outras brassicáceas cultivadas.
  • Rabanete, nabo e diversas brassicáceas espontâneas.

4. Sintomas e danos

  • Perfurações pequenas e irregulares nas folhas, frequentemente agrupadas.
  • Danos mais severos em folhas jovens e nas partes internas das plantas.
  • Redução significativa da área foliar e do valor comercial das culturas.
  • Em ataques severos, pode comprometer totalmente a produção.

5. Ciclo biológico

  • Ovos depositados isoladamente ou em pequenos grupos na página inferior das folhas.
  • Lagartas desenvolvem‑se rapidamente, completando o ciclo larvar em 10–14 dias.
  • Pupação em casulos sedosos fixos à superfície das folhas.
  • Adultos emergem após poucos dias; várias gerações anuais, aceleradas por temperaturas elevadas.

6. Monitorização

  • Observação direta de lagartas e perfurações típicas nas folhas.
  • Armadilhas de feromona para deteção de adultos e acompanhamento dos picos de voo.
  • Avaliação regular de plântulas e folhas jovens, especialmente em períodos quentes.
  • Monitorização de plantas espontâneas hospedeiras nas margens das parcelas.

7. Medidas de gestão

  • Culturais: eliminação de brassicáceas espontâneas, rotação de culturas e destruição de restos vegetais.
  • Preventivas: monitorização frequente e integração com modelos fenológicos.
  • Biológicas: aplicação de Bacillus thuringiensis em fases jovens das lagartas; promoção de espécies parasitas naturais como Diadegma spp.
  • Proteção integrada: definição de limiares de intervenção, uso criterioso de inseticidas autorizados e gestão da resistência devido à elevada capacidade de adaptação da espécie.

Referências bibliográficas

  • CABI – Invasive Species Compendium – Plutella xylostella
  • EPPO Global Database – Plutella xylostella
  • Alford, D. V. (2007). Pest and Disease Management Handbook. Blackwell Publishing.
  • Furlong, M. J. et al. (2013). Ecology and management of the diamondback moth. Annual Review of Entomology, 58, 517–541.
  • Talekar, N. S. et al. (1993). Biology, ecology and management of the diamondback moth. Annual Review of Entomology, 38, 275–301.

 

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