DESDE 1994! Somos especialistas em protecção de plantas em Agricultura Biológica e Produção Integrada.

30 anos PME Líder’24
Inseticidas Biológicos e Vegetais Fungicidas e Elicitores Confusão Sexual Armadilhas, Atrativos e Feromonas Biofertilizantes

 


Rhopalosiphum oxyacanthae

1. Identificação

  • Nome comum: Pulgão-da-erva-maçã / Pulgão‑da‑azevinha / Pulgão‑do‑pilriteiro (designações frequentes em literatura técnica).
  • Nome científico: Rhopalosiphum oxyacanthae (Schrank, 1801)
  • Ordem: Hemiptera
  • Família: Aphididae

2. Descrição da praga

  • Adultos ápteros: Corpo ovalado, verde‑amarelado a verde‑acinzentado; sifúnculos relativamente curtos e escuros; cauda clara.
  • Adultos alados: Cabeça e tórax escuros; asas transparentes; abdómen verde‑amarelado.
  • Ninfas: Semelhantes aos adultos ápteros, mas menores e com coloração mais clara.

3. Hospedeiros principais

  • Hospedeiros primários: Crataegus spp. (pilriteiro) e Sorbus spp.
  • Hospedeiros secundários: diversas gramíneas, incluindo espécies espontâneas e cultivadas.
  • Pode ocorrer em pomares próximos de zonas com hospedeiros primários.

4. Sintomas e danos

  • Enrolamento e deformação das folhas jovens nos hospedeiros primários.
  • Formação de colónias densas na página inferior das folhas.
  • Excreção de melada, favorecendo fumagina.
  • Em gramíneas, pode reduzir o vigor e afetar o crescimento, sobretudo em plantas jovens.
  • Potencial vetor de vírus associados a cereais.

5. Ciclo biológico

  • Espécie holocíclica e dioica, alternando entre hospedeiros lenhosos (primários) e gramíneas (secundários).
  • Inverna como ovo nos hospedeiros primários.
  • As primeiras gerações desenvolvem‑se na primavera, migrando posteriormente para gramíneas.
  • No outono, regressa aos hospedeiros primários para postura dos ovos de inverno.

6. Monitorização

  • Observação de folhas jovens enroladas nos hospedeiros primários na primavera.
  • Contagem de colónias em gramíneas durante o verão.
  • Avaliação da presença de melada e de auxiliares naturais.
  • Monitorização regular em zonas com elevada presença de Crataegus spp.

7. Medidas de gestão

  • Culturais: Remoção de rebentos muito infestados nos hospedeiros primários; gestão da vegetação espontânea, especialmente gramíneas; evitar excesso de azoto.
  • Biológicas: Conservação de auxiliares como Coccinellidae, Syrphidae, Chrysopidae e parasitoides Aphidiinae.
  • Proteção integrada: Intervenção apenas quando necessário; preferência por produtos seletivos e compatíveis com auxiliares.

Referências bibliográficas

  • Blackman, R. L., & Eastop, V. F. (2006). Aphids on the World’s Herbaceous Plants and Shrubs. Wiley.
  • Blackman, R. L., & Eastop, V. F. (2000). Aphids on the World’s Crops: An Identification and Information Guide. Wiley.
  • van Emden, H. F., & Harrington, R. (2017). Aphids as Crop Pests (2nd ed.). CABI.
  • Dixon, A. F. G. (1998). Aphid Ecology: An Optimization Approach. Chapman & Hall.

 

Produto Fitofarmacêutico

Os produtos fitofarmacêuticos requerem Cartão de Aplicador ou Cartão de Técnico Responsável.

  • Adicionar ao Carrinho

    Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
    Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).

    * Campos de preenchimento obrigatório
Subscreva a nossa Newsletter