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O feijão‑comum (Phaseolus vulgaris L.), pertencente à família Fabaceae, é originário da Mesoamérica e dos Andes, onde foi domesticado de forma independente. A espécie disseminou‑se amplamente após a expansão agrícola pré‑colombiana e, mais tarde, com a introdução na Europa e África.
É uma das leguminosas alimentares mais importantes do mundo, consumida tanto em grão seco como em vagem (feijão‑verde). Representa uma fonte essencial de proteína vegetal, fibras e micronutrientes. Países como Brasil, México, Índia, China, EUA e vários países africanos destacam‑se na produção e consumo.
Planta anual, herbácea, com hábito de crescimento variável (determinado, indeterminado ou trepador). As folhas são compostas trifoliadas. As flores, típicas das Fabaceae, apresentam coloração branca, rosada ou púrpura. As vagens são alongadas, contendo sementes de grande variabilidade morfológica e cromática. O sistema radicular é relativamente superficial, com nódulos fixadores de azoto.
Prefere climas quentes e moderadamente secos, sendo sensível a geadas e a temperaturas muito elevadas durante a floração. Desenvolve‑se melhor em solos bem drenados, de textura média, férteis e com pH ligeiramente ácido a neutro. É sensível ao encharcamento e à salinidade. Necessita de humidade regular, sobretudo na floração e enchimento das vagens.
Inclui a escolha de variedades adaptadas e resistentes a doenças, sementeira em solos bem drenados, rotação de culturas com leguminosas e gramíneas, controlo de infestantes, monitorização regular de pragas e doenças e rega equilibrada, evitando encharcamentos. A colheita deve ser ajustada ao destino (grão seco ou vagem fresca), garantindo qualidade e conservação.
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Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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