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Bactrocera zonata

1. Identificação

  • Nome comum: Mosca‑do‑pêssego
  • Nome científico: Bactrocera zonata (Saunders)
  • Ordem: Diptera
  • Família: Tephritidae

2. Descrição da praga

  • Adultos com 5–7 mm, corpo amarelo‑acastanhado com marcas escuras
  • Abdómen com faixas claras características
  • Asas transparentes com padrões discretos
  • Larvas brancas, ápodes, desenvolvem‑se na polpa dos frutos
  • Pupas castanhas, formadas no solo
  • Ovos depositados sob a epiderme de frutos maduros ou em maturação

3. Hospedeiros principais

  • Pêssego, ameixa, damasco, nectarina
  • Manga, goiaba, citrinos, figo, papaia, banana
  • Espécie altamente polífaga, com mais de 50 hospedeiros registados

4. Sintomas e danos

  • Pequenas perfurações na epiderme dos frutos
  • Amolecimento e descoloração da polpa
  • Presença de galerias larvares
  • Queda prematura dos frutos
  • Perdas económicas elevadas em fruteiras de caroço e tropicais
  • Facilitação de infeções secundárias por fungos e bactérias

5. Ciclo biológico

  • Várias gerações por ano em climas quentes
  • Adultos ativos durante grande parte do ano em regiões tropicais e subtropicais
  • Oviposição em frutos maduros ou em maturação
  • Larvas desenvolvem‑se em 5–10 dias
  • Pupação no solo durante 1–3 semanas
  • Ciclo acelerado por temperaturas elevadas e elevada disponibilidade de frutos

6. Monitorização

  • Armadilhas tipo McPhail com atrativos alimentares
  • Atrativos específicos (ex.: metil‑eugenol) para machos
  • Armadilhas cromotrópicas amarelas
  • Contagem semanal de capturas
  • Amostragem de frutos para deteção de larvas
  • Monitorização contínua durante todo o ciclo das fruteiras hospedeiras

7. Medidas de gestão

  • Culturais: recolha e destruição de frutos caídos; remoção de frutos remanescentes após a colheita; saneamento rigoroso do pomar; gestão da vegetação para reduzir locais de abrigo.
  • Biológicas: utilização de parasitoides naturais; aplicação de entomopatógenos no solo; conservação de inimigos naturais.
  • Proteção integrada: monitorização contínua; tratamentos isco em períodos críticos; captura massiva com armadilhas; estratégias de atração‑morte; aplicação criteriosa de inseticidas autorizados; integração de práticas culturais para reduzir fontes de infestação.

Referências bibliográficas

  • EPPO Global Database – Bactrocera zonata
  • CABI Invasive Species Compendium – Bactrocera zonata
  • Ekesi, S. et al. (2006). Fruit fly management in tropical horticulture
  • White, I. M. & Elson‑Harris, M. M. (1992). Fruit flies of economic significance

 

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