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    Pieris brassicae

    1. Identificação

    • Nome comum: Borboleta‑branca‑grande‑da‑couve
    • Nome científico: Pieris brassicae (Linnaeus)
    • Ordem: Lepidoptera
    • Família: Pieridae

    2. Descrição da praga

    • Adultos: Borboletas de médio porte (≈ 50–65 mm de envergadura); asas brancas com manchas negras nas asas anteriores; fêmeas com duas manchas circulares adicionais.
    • Larvas: Lagartas verde‑amareladas com manchas negras e pilosidade fina; até 40 mm de comprimento; gregárias nos primeiros instares.
    • Ovos: Amarelos, alongados, colocados em massas na página inferior das folhas.

    3. Hospedeiros principais

    • Couve‑repolho, couve‑flor, brócolo, couve‑galega e outras Brassicaceae cultivadas.
    • Brassicaceae espontâneas (ex.: Sinapis, Raphanus, Brassica spp.).

    4. Sintomas e danos

    • Desfolha intensa causada pelas lagartas, sobretudo nos primeiros instares gregários.
    • Perfurações irregulares no limbo foliar.
    • Danos severos em plântulas e plantas jovens.
    • Contaminação das folhas com excrementos, reduzindo o valor comercial.

    5. Ciclo biológico

    • Inverno passado como crisálida em abrigos na vegetação ou estruturas.
    • Adultos emergem na primavera, com várias gerações anuais.
    • Fêmeas ovipositam em massas na página inferior das folhas.
    • Lagartas alimentam‑se intensamente durante 2–3 semanas antes da pupação.
    • 2 a 4 gerações anuais, dependendo das condições climáticas.

    6. Monitorização

    • Observação da página inferior das folhas para deteção de massas de ovos.
    • Contagem de lagartas nos primeiros instares.
    • Monitorização visual de adultos em voo durante a primavera e verão.
    • Avaliação da desfolha em culturas jovens.

    7. Medidas de gestão

    • Culturais: Remoção manual de massas de ovos e lagartas; eliminação de Brassicaceae espontâneas; rotação de culturas.
    • Biológicas: Conservação de parasitoides naturais (ex.: Cotesia glomerata); utilização de Bacillus thuringiensis em estádios larvares jovens.
    • Proteção integrada: Intervenção baseada na monitorização; preferência por produtos seletivos e compatíveis com auxiliares; evitar tratamentos tardios devido à menor eficácia em lagartas desenvolvidas.

    Referências bibliográficas

    • EPPO Global Database – Pieris brassicae.
    • CABI Invasive Species Compendium – Pieris brassicae.
    • Alford, D. V. (2007). Pest and Disease Management Handbook.
    • Salisbury, A. et al. (2015). Ecology and management of Pieris brassicae.

     

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