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    Monosteira unicostata

    1. Identificação

    • Nome comum: Monosteira‑da‑amendoeira
    • Nome científico: Monosteira unicostata (Mulsant & Rey)
    • Ordem: Hemiptera
    • Família: Tingidae

    2. Descrição da praga

    • Adultos: pequenos insetos (2,5–3,5 mm), de coloração acastanhada; asas com aspeto rendilhado típico dos tingídeos; corpo achatado.
    • Ninfas: de cor mais escura, com espinhos dorsais; desenvolvem‑se na página inferior das folhas.
    • Ovos: depositados isoladamente ou em pequenos grupos, geralmente na página inferior das folhas.

    3. Hospedeiros principais

    • Amendoeira (Prunus dulcis).
    • Outras rosáceas podem ser ocasionalmente afetadas, mas a praga é sobretudo associada à amendoeira.

    4. Sintomas e danos

    • Pontuações cloróticas na página superior das folhas, que evoluem para manchas amareladas.
    • Aspeto prateado ou acinzentado devido à sucção de seiva.
    • Presença de excrementos escuros na página inferior das folhas.
    • Redução da capacidade fotossintética.
    • Em ataques severos: queda prematura de folhas, redução do vigor e diminuição da produção.

    5. Ciclo biológico

    • Duas a quatro gerações anuais, dependendo do clima.
    • Adultos passam o inverno em abrigos naturais (fendas, casca, restos vegetais).
    • Atividade inicia‑se na primavera, com postura nas folhas jovens.
    • Desenvolvimento ninfal rápido em condições quentes e secas.
    • Populações atingem o pico no verão.

    6. Monitorização

    • Observação da página inferior das folhas para deteção de ninfas e adultos.
    • Avaliação da presença de pontuações cloróticas na página superior.
    • Amostragem regular em pomares jovens e adultos.
    • Monitorização intensiva em períodos quentes e secos, quando a praga se desenvolve mais rapidamente.

    7. Medidas de gestão

    • Culturais: remoção de restos vegetais; podas que favoreçam a circulação de ar; evitar stress hídrico.
    • Biológicas: presença natural de predadores como crisopídeos e coccinelídeos; conservação de auxiliares.
    • Proteção integrada: monitorização regular; intervenção apenas quando os níveis de ataque justificam; aplicação criteriosa de inseticidas autorizados, direcionada à página inferior das folhas.

    Referências bibliográficas

    • EPPO Global Database – Monosteira unicostata.
    • CABI Invasive Species Compendium – Monosteira unicostata.
    • Alvarado, M. et al. (2003). Biology and damage of Monosteira unicostata in almond orchards.
    • Garrido, A. et al. (2010). Tingidae pests in Mediterranean fruit crops.
    • Gómez‑Menor, J. et al. (1985). Hemiptera Tingidae of the Iberian Peninsula.

     

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