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Nasturtium officinale W.T. Aiton é uma planta aquática da família Brassicaceae, conhecida como agrião‑de‑água. É originária da Europa e da Ásia Ocidental, tendo-se difundido amplamente para regiões temperadas e subtropicais. Cresce espontaneamente em cursos de água limpa, nascentes e zonas húmidas, sendo também cultivada em sistemas hidropónicos ou canais de fluxo contínuo.
O agrião‑de‑água é uma hortícola de elevado valor nutricional, apreciada pelo teor de vitaminas, minerais e compostos bioativos. O consumo fresco em saladas e preparações culinárias impulsiona a procura. A cultura tem importância crescente em horticultura intensiva, sobretudo em sistemas de produção com água corrente ou recirculada, garantindo elevada qualidade sanitária.
Planta herbácea perene, de crescimento rápido, com caules ocos e rastejantes que enraízam nos nós. As folhas são compostas, verde‑escuras e de sabor picante característico. As flores são pequenas, brancas e agrupadas em inflorescências terminais. A planta reproduz-se por sementes e, sobretudo, por propagação vegetativa através de estolhos. Desenvolve-se melhor em água limpa, fria e oxigenada.
Requer ambientes húmidos ou submersos, com água corrente, limpa e bem oxigenada. Prefere temperaturas amenas, entre 10–20 °C, sendo sensível a calor excessivo, que reduz o vigor e favorece florescimento precoce. Necessita de boa qualidade da água, com baixo teor de nutrientes e ausência de contaminação. Em cultivo, utiliza-se substrato leve ou sistemas hidropónicos.
Inclui a utilização de água limpa e corrente, controlo rigoroso da qualidade da água, remoção de plantas velhas, colheita frequente para estimular o rebentamento, monitorização de pragas e manutenção de temperaturas moderadas. Em sistemas hidropónicos, é fundamental garantir oxigenação adequada e evitar acumulação de matéria orgânica. A higiene das estruturas e a renovação parcial da água reduzem riscos sanitários.
Os produtos fitofarmacêuticos requerem Cartão de Aplicador ou Cartão de Técnico Responsável.
Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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