DESDE 1994! Somos especialistas em protecção de plantas em Agricultura Biológica e Produção Integrada.
Apium graveolens (L.) é uma espécie herbácea da família Apiaceae, conhecida como aipo ou salsão. É originária da região mediterrânica e do Médio Oriente, tendo-se difundido para a Europa, Ásia e América. Inclui diferentes grupos cultivados (aipo‑de‑talos, aipo‑de‑folha e aipo‑rábano), amplamente utilizados como hortícolas frescos ou aromáticos.
O aipo é uma cultura de relevância crescente na horticultura intensiva, destinada ao consumo fresco, indústria alimentar e mercado de produtos dietéticos. É valorizado pelo sabor aromático e pelo teor de fibras, vitaminas e compostos bioativos. A procura é elevada em mercados de exportação e em cadeias de abastecimento de hortícolas frescos.
Planta bienal cultivada como anual, com caule ereto e folhas compostas, profundamente recortadas. Os pecíolos são espessos, suculentos e aromáticos (aipo‑de‑talos). As flores são pequenas, brancas, agrupadas em umbelas compostas. A raiz é pivotante, podendo formar um órgão engrossado no aipo‑rábano. A reprodução é feita por semente.
Prefere climas frescos e húmidos, com temperaturas ótimas entre 15–20 °C. É sensível a calor excessivo, que provoca pendoamento precoce, e a geadas fortes. Requer solos profundos, férteis, bem drenados, ricos em matéria orgânica e com boa capacidade de retenção de água. O pH ideal situa‑se entre 6,0–7,0. Necessita de irrigação regular e uniforme.
Inclui a utilização de plântulas vigorosas, plantação em solos férteis e bem drenados, irrigação regular, controlo de infestantes e monitorização de pragas e doenças. A adubação equilibrada, com atenção ao cálcio e ao boro, melhora a qualidade dos pecíolos. Em estufas, a ventilação adequada reduz o risco de doenças foliares. A colheita deve ser escalonada para manter a qualidade comercial.
Os produtos fitofarmacêuticos requerem Cartão de Aplicador ou Cartão de Técnico Responsável.
Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
