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O quiabo [Abelmoschus esculentus (L.) Moench] é uma espécie hortícola anual da família Malvaceae, originária da África Oriental e amplamente cultivada em regiões tropicais, subtropicais e mediterrânicas. É valorizado pelos frutos imaturos, consumidos frescos ou processados. Em Portugal, o cultivo ocorre sobretudo em pequenas explorações e hortas especializadas, em zonas de clima quente.
O quiabo é uma cultura de interesse crescente devido à procura em mercados étnicos e à sua utilização culinária diversificada. Os frutos são ricos em fibras, mucilagem, vitaminas e minerais. A cultura apresenta boa produtividade em climas quentes, podendo ser integrada em sistemas hortícolas intensivos ou semi‑intensivos. O mercado fresco é o principal destino, mas existe também utilização em conservas e congelados.
O quiabo apresenta características típicas das Malvaceae:
A mucilagem presente nos frutos é uma característica distintiva e valorizada.
O quiabo é uma cultura de clima quente:
Em climas mediterrânicos, o cultivo decorre na primavera‑verão.
A gestão do quiabo baseia‑se em práticas integradas que incluem a sementeira em solo quente ou a produção de plântulas em estufa, seguida de uma rotação de culturas adequada para reduzir a pressão de nemátodos e fungos do solo. A rega deve ser regular, evitando encharcamentos, e a fertilização equilibrada, com especial atenção ao azoto para prevenir crescimento vegetativo excessivo. É essencial a monitorização frequente de pulgões, mosca‑branca e ácaros, bem como a remoção das folhas basais para melhorar a ventilação e reduzir a incidência de doenças. A colheita deve ser frequente, diária ou a cada dois dias, para evitar a lignificação dos frutos, e a utilização de cultivares adaptadas ao clima local contribui para maior produtividade e sanidade da cultura.
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Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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