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Thrips obscuratus

1. Identificação

  • Nome comum: Tripes‑das‑flores‑da‑Nova‑Zelândia
  • Nome científico: Thrips obscuratus (Crawford)
  • Ordem: Thysanoptera
  • Família: Thripidae

2. Descrição da praga

  • Espécie de tripes de pequeno tamanho, corpo estreito e coloração castanha a castanha‑escura.
  • Ninfas claras, geralmente presentes em flores e botões florais.
  • Alimenta‑se raspando tecidos florais e sugando o conteúdo celular.
  • Considerado praga relevante em fruteiras e ornamentais, especialmente em regiões temperadas.

3. Hospedeiros principais

  • Pomóideas (maçã, pêra).
  • Prunóideas (ameixeira, damasqueiro).
  • Ornamentais diversas.
  • Plantas espontâneas que funcionam como reservatório.

4. Sintomas e danos

  • Danos sobretudo em flores e frutos jovens.
  • Cicatrizes superficiais, manchas e aspeto “russeting” nos frutos.
  • Redução da qualidade comercial, especialmente em maçã.
  • Deformações ligeiras em flores e folhas jovens em ataques intensos.

5. Ciclo biológico

  • Ovos inseridos nos tecidos vegetais.
  • Ninfas alimentam‑se ativamente em flores e folhas jovens.
  • Pré‑pupa e pupa no solo ou em detritos vegetais.
  • Ciclo favorecido por temperaturas moderadas a elevadas.
  • Várias gerações anuais, com maior incidência na primavera e início do verão.

6. Monitorização

  • Observação direta de sintomas e insetos em flores e frutos jovens.
  • Armadilhas adesivas azuis ou amarelas para deteção e contagem.
  • Amostragem regular em pomares durante a floração.
  • Monitorização reforçada em períodos secos.

7. Medidas de gestão

  • Culturais: remoção de restos vegetais; controlo de plantas espontâneas; melhoria da ventilação em pomares.
  • Preventivas: utilização de plantas isentas de pragas; redes anti‑insetos; higiene cultural rigorosa.
  • Biológicas: utilização de ácaros predadores (Amblyseius swirskii, A. cucumeris) e percevejos predadores (Orius spp.).
  • Proteção integrada: aplicação criteriosa de inseticidas autorizados; rotação de modos de ação; integração com controlo biológico.

Referências bibliográficas

  • EPPO Global Database – Thrips obscuratus
  • CABI – Invasive Species Compendium – Thrips obscuratus
  • Kirk, W. D. J. (1997). Feeding behaviour and nutritional requirements of thrips. In Thrips as Crop Pests.
  • Mound, L. A. & Teulon, D. A. J. (1995). Thysanoptera as phytophagous pests. Annual Review of Entomology.
  • Walker, J. T. S. (2003). Thrips pests of fruit crops in New Zealand. New Zealand Plant Protection.

 

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