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    Blastobasis spp.

    1. Identificação

    • Nome comum: Traça‑das‑próteas
    • Nome científico: Blastobasis spp.
    • Ordem: Lepidoptera
    • Família: Blastobasidae

    2. Descrição da praga

    • Lagartas pequenas, de coloração creme a rosada, com cabeça castanha, atingindo cerca de 10–12 mm.
    • Adultos de pequenas dimensões, com asas estreitas e acinzentadas, apresentando padrões discretos.
    • Espécies associadas sobretudo a flores e inflorescências de próteas e outras plantas ornamentais.
    • Lagartas alimentam‑se de tecidos florais, sementes e estruturas reprodutivas, podendo causar danos internos pouco visíveis externamente.
    • Ciclo e intensidade de ataque variam entre espécies dentro do género Blastobasis.

    3. Hospedeiros principais

    • Próteas (Protea spp.).
    • Outras Proteaceae ornamentais, como Leucadendron spp. e Leucospermum spp.
    • Algumas espécies podem ocasionalmente atacar outras plantas ornamentais.

    4. Sintomas e danos

    • Danos internos em flores e inflorescências, frequentemente sem sinais externos evidentes.
    • Presença de excrementos e teias finas no interior das estruturas florais.
    • Deformação ou queda prematura de flores e botões florais.
    • Redução do valor comercial das flores cortadas.

    5. Ciclo biológico

    • Ovos depositados nas inflorescências ou estruturas florais.
    • Lagartas desenvolvem‑se no interior das flores, alimentando‑se de tecidos reprodutivos.
    • Pupação geralmente ocorre dentro das próprias inflorescências ou em detritos vegetais próximos.
    • Adultos com atividade crepuscular ou noturna.
    • Número de gerações dependente das condições climáticas e da disponibilidade de hospedeiros.

    6. Monitorização

    • Observação direta de flores e inflorescências para deteção de lagartas e excrementos.
    • Abertura de botões florais suspeitos para inspeção interna.
    • Armadilhas luminosas para deteção de adultos.
    • Registo da percentagem de inflorescências afetadas por lote ou área de produção.

    7. Medidas de gestão

    • Culturais: remoção e destruição de flores e inflorescências infestadas, gestão de restos vegetais e melhoria da circulação de ar na plantação.
    • Preventivas: utilização de material vegetal saudável, inspeção rigorosa de plantas antes da comercialização e redução de focos de infestação.
    • Biológicas: conservação de inimigos naturais e utilização de produtos biológicos seletivos quando aplicável.
    • Proteção integrada: monitorização regular, definição de limiares de intervenção e aplicação criteriosa de inseticidas autorizados dirigidos às fases mais sensíveis da praga.

    Referências bibliográficas

    • CABI – Invasive Species Compendium – Blastobasis spp.
    • EPPO Global Database – Blastobasis spp.
    • Brown, J. W. et al. (2004). Taxonomy and biology of Blastobasis species associated with ornamental plants. Journal of Lepidopterists’ Society, 58, 143–158.
    • Hodges, R. W. (1998). The Moths of North America: Blastobasidae. Wedge Entomological Research Foundation.
    • Prins, A. J. (2012). Lepidoptera associated with Proteaceae. African Entomology, 20, 1–16.

     

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